6 de maio de 2016

Quebra cabeça - Biomas Brasileiros



Proposta para trabalhar os Biomas Brasileiros

Leve a turma ao laboratório de informática e informe o link abaixo para acessar o jogo. Ao abrir a página os alunos poderão montar quadros de imagens dos Biomas Brasileiros fragmentados em peças de quebra cabeça.
Após a montagem dos biomas, escrever suas características e os estados onde eles se encontram.


Rios Voadores

        Após estudo realizado em sites educacionais, estou compartilhando uma proposta que achei muito interessante para trabalhar o tema recursos hídricos.

       Trata-se de uma animação de nome “Rios Voadores” produzida pela Coordenação de Produção Multimídia do DFPE/DPTE da Secretaria de Educação do Estado do Paraná que aborda a problemática da água potável no Brasil. O audiovisual explica de onde vem à água que abastece as bacias hidrográficas das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, explicando o fenômeno dos rios voadores.

Fonte: You Tube

         Após exibição do vídeo, poderá ser feita uma abordagem sobre o ciclo da água, uso e desperdício dos recursos hídricos, visita orientada a uma estação de tratamento de água e esgoto, montagem de cartazes de conscientização, mapeamento de estados brasileiros mais afetados pela falta de água.

1 de maio de 2016

Meio Ambiente

         
       Para introduzir o tema Meio Ambiente, podemos utilizar o mapa conceitual acima, para diagnosticar o que os alunos já conhecem sobre o tema. Com a utilização do data show pode ser discutido com a turma as modificações, as formas de prevenção e ainda os recursos que poderão ser usados nos trabalhos desenvolvidos.
      Após a discussão, dividir a turma em grupos e distribuir os temas a serem pesquisados.
     Na socialização cada grupo poderá expor seu trabalho através slides, experimentos, mapa conceitual, cartazes, vídeos e dramatizações.

       Uma outra atividade que poderá ser trabalhada sobre o Meio Ambiente é uma produção de texto, usando as palavras da árvore abaixo.



29 de abril de 2016

Sugestões de atividades

Em Biologia e Ciências frequentemente lidamos com temas que não despertam a curiosidade dos alunos. Processos e nomes complexos tornam a aula facilmente desmotivante e de difícil assimilação por parte dos alunos. Sendo assim, procurar metodologias diferentes é essencial para melhorar o aprendizado em sala de aula.
Diante dessa realidade, é cada dia mais comum o uso de atividades lúdicas em aulas de Biologia, Ciências e também de outras disciplinas. A utilização dessas atividades pode contribuir positivamente para a construção do conhecimento do aluno. Outro ponto importante dessas atividades é que elas tornam a rotina escolar mais leve e com menos pressão
É importante destacar que as aulas lúdicas necessitam de grande dedicação do professor, que deve orientar a aula e guiar o aprendizado. Preparar a aula com cuidado e compreender os objetivos que devem ser alcançados são fundamentais para que a atividade tenha sucesso.
Outro ponto fundamental é deixar que os alunos entreguem-se à atividade proposta. Se o professor ficar evidenciando a cada momento o que deverá ser aprendido naquela aula, o aluno perderá o interesse na metodologia aplicada. Sendo assim, o papel do professor é estimular a atividade e não deixar que ela perca o foco.
Diante da importância das atividades lúdicas para o ensino de Biologia e Ciências, propõe-se alguns exemplos de brincadeiras e atividades que poderão facilitar a fixação dos conteúdos abordados em sala de aula.

Júri simulado

Júri simulado é uma ótima estratégia de ensino a ser adotada quando se trata de um assunto polêmico ou perceptivelmente, divide opiniões. Isso porque permite que sejam discutidos vários pontos de um mesmo tema, auxiliando no processo de construção e desconstrução de conceitos. além disso, instiga o senso critico, a participação e a reflexão.

Tema: desmatamento

Será desenvolvido pelas seguintes pessoas:

Juiz: responsável pelo andamento do júri, fazendo as intervenções necessárias para que tudo ocorra da forma mais organizada possível. E ele, também quem estipula a pena, caso o réu seja culpado.

Jurados: responsáveis por analisar os fatos expostos e, ao final, dar o veredito (Culpado? Inocente? Vencedor?).

Advogado de defesa: ele defende o acusado (réu), com base em argumentos coerentes, provas e apresentação de testemunhas.

Promotor: também chamado de advogado de acusação, busca condenar o réu, por meio de argumentos coerentes, provas e apresentação de testemunhas.

Testemunhas: fornecem argumentos que podem reforçar a suposta inocência do acusado ou a sua responsabilidade no caso em questão.

Réu: o acusado, cujo ato específico é o objeto de discussão do júri. Em um júri existe também a possibilidade de não existir réu. Assim trata-se da acusação ou da defesa de um assunto especifico. Nesta atividade uma forma de realizar o réu é utilizando o tema “Desmatamento” como o assunto a ser discutido, uma vez que permitirá que questões mais abrangentes sejam pontuadas. Assim o advogado de defesa apresentaria os aspectos favoráveis a ele e o promotor, os aspectos negativos.

No entanto, uma questão que deve ser definida é se haverá testemunha e também a forma com que os componentes do júri serão distribuídos entre os alunos. Considerando as atribuições do juiz, o ideal é que ele seja  representado por um professor da escola.

Como os jurados não farão esse exercício de oratória, e como, também, não há como considerar, de forma unânime e taxativa, se o desmatamento é positivo ou negativo, fica a cargo desse grupo redigir um texto ou esquema sucinto apresentando os principais pontos da discussão. Para casa, cada um, individualmente, deverá redigir o seu ponto de vista, baseado na atividade que participou.

As informações fornecidas  pelos jurados deverão ser discutidas em sala e, ao final, a turma deverá entrar em um consenso, determinando até que ponto o desmatamento pode ser um procedimento seguro, positivo e até que ponto ele pode ser negativo e deverá ser proibido.

Observação:
Outros temas poderão ser trabalhados neste tipo de atividade como:clonagem, transgênicos, a água vai acabar, o aborto, entre outros. E importante que os alunos já tenham conhecimento sobre o tema a ser discutido.

Fonte de pesquisa
http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/juri-simulado-clones.htm



12 de março de 2016

Insetos

Moscas
As moscas são insetos voadores que pousam em matéria orgânica em decomposição, onde depositam seus ovos e, posteriormente, invadem cozinhas e locais no qual haja o manuseio e conservação de alimentos.
Estes insetos contaminam os alimentos no momento em que pousam neles, pois carregam em suas asas micro-organismos patogênicos, os quais são causadores de doenças. Com muitas representantes, citamos duas espécies mais comuns em cozinhas brasileiras: As moscas domésticas (Musca doméstica), geralmente pequenas e pretas e as moscas varejeiras metálicas (Phaenicia sericata), geralmente de coloração verde.
Em seus ciclos biológicos, as moscas podem depositar suas larvas diretamente na matéria orgânica escolhida, a fim de lhes proporcionar alimento. Completam o ciclo, geralmente, em um local seco, no qual as larvas formam uma espécie de casulo ao seu redor e é de onde já sairão na forma adulta.
As moscas podem transmitir inúmeros micro-organismos patógenos que causam contaminação nos alimentos. Dentre as doenças que podem ser transmitidas pelas mesmas estão: a disenteria, cólera, conjuntivite, febre tifoide, tuberculose, diarreia, micose, tracoma, berne, entre outras.
Alguns cuidados simples para evitar as moscas domésticas e, consequentemente, as doenças que transmitem são: manter os alimentos guardados em recipientes com tampa, não deixar a comida exposta e não deixar restos de alimentos espalhados, assim como fezes de animais ou qualquer vestígio de lixo no ambiente. Essas são algumas das maneiras de evitar a proliferação de moscas.

Baratas
As baratas são os insetos mais comuns ao convívio humano, no entanto, das cerca das 4.000 espécies existentes, a sua maioria é silvestre. Apenas menos de 1% busca o convívio com o homem, devido às condições propícias relacionadas à disponibilidade de alimento, abrigo e água.
Assim, baratas domésticas vivem dentro de residências e seus anexos, tais como caixa de gordura, esgoto, bueiros e outros locais úmidos e escuros. Elas podem permanecer várias semanas sem água e comida. Alimentam-se de tudo o que encontram (são onívoras), por exemplo, nossos alimentos, lixo, excrementos, cola de madeira e cola de papel de parede.
Para viverem, as baratas precisam essencialmente de um pouco de comida, abrigo, calor e umidade. As fêmeas colocam seus ovos arrumados dois a dois dentro de um "estojo" chamado ooteca.

Por transitarem junto à matéria orgânica em decomposição, as baratas carregam em suas patas micro-organismos patogênicos. Ao perambularem por nosso alimento, objetos e produtos, acabam infectando-os, chegando até mesmo a transmitir doenças. A seguir, alguns exemplos de doenças que podem ser adquiridas pela ingestão destes micro-organismos: Hepatite A, tuberculose, conjuntivites, infecções urinárias, febre tifoide, lepra, pneumonia e outras. Por isso evite que as baratas tenham contato com seus objetos e alimentos principalmente. Procure manter a casa sempre limpa e lavar os objetos antes de usar.

22 de fevereiro de 2016

Adolescência e Sexualidade

JUSTIFICATIVA

A sexualidade é um aspecto da vida humana, sendo despertado comumente na adolescência. Entretanto, tendo em vista os estímulos externos (contexto social, mídia, etc) e internos (biológicos) estes aspectos têm conduzido nossos educandos ao florescimento precoce da sexualidade.
Diante deste contexto, percebe-se a necessidade de abordar este tema possibilitando o avanço do conhecimento de senso comum para o científico, e daí, construir uma base que possibilite reflexão, conhecimento e conscientização dos valores e das atitudes ao se confrontar com esta nova fase em suas vidas.

OBJETIVO GERAL

Contribuir para a criação de um espaço de reflexão e discussão do tema sexualidade e adolescência, estimulando a autonomia e responsabilidade dos educandos para com a saúde do próprio corpo e de sua sexualidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    • Discutir sobre as mudanças físicas, psicológicas e os estereótipos no contexto atual dos adolescentes.
    • Aprofundar o conhecimento sobre a anatomia e fisiologia dos órgãos sexuais do sistema reprodutor masculino/feminino.
    • Perceber a higiene pessoal como particularidade necessária à saúde do corpo.
    • Abordar o problema da disseminação de DSTs, principalmente da AIDS, bem como o uso correto dos métodos contraceptivos e preventivos.
    • Promover no adolescente um comportamento responsável no que se refere ao sexo seguro e ao adiantamento da idade do início da atividade sexual.
    • Contribuir para redução da incidência de gravidez não desejada na população adolescente.
    • Reconhecer as consequências enfrentadas pelas adolescentes com uma gravidez não desejada, no plano psicológico, social e econômico.

METODOLOGIA

      O procedimento metodológico desta proposta tem como critério o avanço da aprendizagem a partir dos conhecimentos prévios dos educandos e terá como instrumentos didáticos: leitura, análise de textos, vídeos, uso de slides, oficinas, palestra com profissionais de saúde, confecção de cartazes e discussão.

TEMAS
    • Fatores que interferem na sexualidade humana (mudanças físicas, psicossociais e estereótipos).
    • Anatomia e fisiologia do sistema reprodutor masculino/feminino, DST/AIDS, métodos contraceptivos, gravidez na adolescência e aborto.

DESENVOLVIMENTO

As atividades desenvolvidas oportuniza a implementação de estratégias que facilitem a abordagem do tema de maneira prática e cativante, garantindo aos educandos a construção/reconstrução de seus próprios conceitos de sexualidade, constando assim de etapas discriminadas a seguir:

1ª etapa: fazer uma exposição para os alunos da importância de ampliar as discussões sobre sexualidade e adolescência, a fim de minimizar os problemas decorrentes desta faixa etária e promover mudanças significativas em nossa sociedade.
2ª etapa: levar para sala de aula textos, músicas, filmes e documentários que trabalhem a temática.
3ª etapa: realização das atividades.

Dinâmica 1: Beleza e idealização  (Fatores que interferem na sexualidade humana)

Objetivo: Encorajar o adolescente a aceitar do seu próprio corpo e a entender que os ideais de beleza também são estabelecidos pela cultura.
O que você irá precisar:

Sala ampla e confortável que permita a formação de grupos, folhas de papel sulfite, lápis ou caneta, revistas, jornais, tesouras, cola e papel pardo.

Tempo: 40 minutos.

O que você deverá fazer:
    • Formar grupos pequenos só com meninos e outros grupos só com meninas.
    • Solicitar os grupos de meninos a conversarem entre si sobre o tipo de mulher que considera ideal.
    • Solicitar os grupos de meninas a conversarem entre si sobre o tipo de homem que considera ideal.
    • Cada grupo deverá fazer uma listagem com as características que consideram importantes.
    • Cada grupo, utilizando-se de revistas, lápis, cola e tesoura, deverá fazer uma colagem, identificando os critérios que utilizou para o homem ideal e para a mulher ideal.
    • Cada grupo apresentará sua colagem, referindo-se aos critérios evidenciados. 
Pontos para discussão:
    1. Aceitação da aparência física por homens e mulheres.
    2. Como é a ideia de beleza do grupo?
    3. As mudanças que eu sinto, em mim mesmo, sobre minha aparência e meu jeito de ser, por influência da opinião de outras pessoas.
    4. Como são criados os critérios de beleza
    5. Os estereótipos influenciam no comportamento e nos sentimentos das pessoas de que forma?
Dinâmica 2: Anatomia e fisiologia dos órgãos sexuais

Objetivo • Aprofundar conhecimentos sobre a anatomia e a fisiologia humana, em particular dos órgãos sexuais e do sistema reprodutor masculino e feminino na adolescência;

Tempo de duração: 2 horas

Material necessário: Folhas de papel grandes, canetas de ponta grossa, desenhos recortados dos órgãos sexuais masculinos e femininos, fita crepe.

Encaminhamento da oficina
    • O facilitador pede que dois voluntários, um homem e uma mulher, sirvam de modelo para traçar o contorno dos corpos em um papel grande o suficiente;
    • Feitos os contornos, as folhas de papel são afixadas em local visível para todos. Os participantes escolhem nomes para o boneco e para a boneca desenhados;
    • O facilitador apresenta desenhos, em tamanho real, dos órgãos sexuais masculinos e femininos recortados, entregando, um a um, para que sejam colados nos cartazes;
    • Enquanto se realiza a colagem, o coordenador pergunta aos participantes o que sabem sobre o funcionamento de cada órgão;
    • Ao final do exercício, realiza-se uma avaliação dos conhecimentos a serem aprofundados e dos interesses e dúvidas dos participantes;
    • O professor realiza uma exposição dialogada, de acordo com as necessidades de aprendizagem do grupo.

3. Palestra - Gravidez na adolescência /aborto

4: Métodos contraceptivos

Pergunte quem conhece a brincadeira Escravos de Jó e informe que farão essa brincadeira, mas com outra letra.
Peça que se sentem no chão e que façam um círculo.
Coloque a letra no quadro e peça que todos (as) cantem:

Tabela, camisinha, diafragma, injeção
Pílula, DIU, esterilização
Implantes, adesivos
Pra evitar a gestação

Depois que aprenderem a letra, entregue uma caixinha com o nome de um método contraceptivo para cada participante.
Explique que, agora, além de cantar a música, cada participante vai passando sua caixinha para o seguinte da roda, acompanhando a letra e fazendo os movimentos definidos pela brincadeira (lembrar-se de fazer o vai-e-volta da caixinha no último verso).
Quando alguém errar, deverá falar o que sabe sobre o método que ficou em sua mão.
Pergunte se alguém sabe mais informações ou se tem dúvidas. Se ninguém souber explicar, aquela dúvida fica anotada para uma conversa posterior.
A brincadeira segue até que todos os métodos sejam discutidos.
Terminada a roda, os (as) participantes voltam para as cadeiras. O facilitador apresenta os objetivos da oficina e orienta os participantes para formação de 6 subgrupos:

Grupo 1: Métodos hormonais
Grupo 2: Dispositivo Intrauterino (DIU)
Grupo 3: Métodos de barreira
Grupo 4: Métodos naturais
Grupo 5: Métodos cirúrgicos
Grupo 6: Anticoncepção de emergência

Os subgrupos, mediante a disponibilidade dos textos de apoio e das amostras dos métodos contraceptivos, devem preparar uma apresentação sintética sobre os métodos estudados. Ao termino de cada uma das apresentações, abre-se um espaço para resolução das dúvidas.

5. Vídeo: Rap da Prevenção (Doenças Sexualmente Transmissíveis)


         Iniciar a aula, utilizando o vídeo "Rap da Prevenção" do YouTube . Este filme utiliza o rap para discutir sobre as DSTs, ressaltando a importância da utilização dos métodos  de prevenção.
   Após a exibição do vídeo, o professor media a discussão, estando atento aos seguintes pontos: importância de termos clareza sobre as nossas posições e sentimentos frente aos preconceitos e tabus, DSTs mais comuns, vulnerabilidades para contrair DST/HIV e as contradições das normas sociais e a pratica da vida.

6. Dinâmica: A festa

 Poderá também aplicar a dinâmica da festa para discutir sobre os riscos da exposição sexual ao HIV e as demais DSTs. Veja a descrição da atividade clicando no link abaixo: 
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/gravidez-adolescencia.jhtm
Apostila de Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE)
Guia de formação de professores SPE

AVALIAÇÃO

             Será através da participação e envolvimento dos educandos nas oficinas e discussões propostas, bem como suas produções, ao longo do projeto.

17 de agosto de 2015

Elementos químicos e aplicações no cotidiano

Aula de conclusão do curso de formação continuada e publicada  no Portal do Professor

Autor: MARIA JOSE DE LIMA NOGUEIRA

IMPERATRIZ – MA  CENTRO DE ENSINO URBANO ROCHA

Estrutura Curricular

MODALIDADE
NÍVEL DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR

TEMA
Nível médio
Biologia
Ecologia e Ciências ambientais
Fundamental final
Saúde
Nutrição

Ensino médio

Química
Relação da Química com as Tecnologias, Sociedade e Meio Ambiente

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula:

  • Identificar símbolos de elementos químicos em letras de musicas
  • Escrever corretamente os símbolos dos elementos químicos
  • Conhecer as aplicações dos elementos utilizados no cotidiano.

Duração das atividades
03 aulas de 50 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conceito e símbolos de elementos químicos

Estratégias e recursos da aula

AULA 01:
  • Reprodução da música selecionada previamente pelos alunos
  • Organização dos grupos de trabalho com cinco componentes
  • Distribuição da letra da música para cada grupo
  • Com auxilio da tabela periódica, pesquisar sílabas que correspondam aos símbolos dos elementos químicos, existentes na letra da música.

AULA 02                                                                                              
No laboratório de informática

      Utilizando a Internet, cada grupo formado por cinco alunos, irá navegar livremente para acessar a tabela periódica e localizar os elementos químicos a serem trabalhados. Após esse momento os grupos serão orientados a iniciar a pesquisa sobre aplicações dos elementos químicos no cotidiano. 
Os elementos e sugestão de sites a serem trabalhados serão os seguintes:
  • Grupo 01: sódio, oxigênio, hélio, cloro e prata.
  • Grupo 02: potássio, cálcio, nitrogênio, cobre e ouro.
  • Grupo 03: bário, flúor, iodo, alumínio e enxofre.
  • Grupo 04: hidrogênio, ferro, fósforo e mercúrio.
  • Grupo 05: magnésio, zinco, chumbo, tungstênio e neônio.

Sites indicados:
1. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


2.     1.    Disponível em:



3.   Acesse o link para encontrar mais informações:


 AULA 03
Laboratório de informática

Com as informações da aula 02, cada grupo irá utilizar o PowerPoint para a apresentação referente às aplicações dos elementos químicos no cotidiano.

AULA 04
Socialização

            Em sala de aula a turma será organizada em círculo e mediada pelo professor, cada grupo apresentará o registro de sua pesquisa através de slides. No decorrer das apresentações, os grupos abrirão espaço para discussões com a turma. O fechamento do trabalho será feito pelo professor que lançará questionamentos sobre o tema abordado com o intuito de averiguar os conhecimentos adquiridos durante as atividades realizadas em todas as etapas.

Recursos complementares

http://quiprocura.net/wordpress/portfolio-item/aplicacao-dos-elementos-quimicos/
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/espacoDaAula.html
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/orientacoes.html
http://zezelima20.blogspot.com.br/
Peruzzo, Francisco Miragaia\ Canto, Eduardo Leite
Química na abordagem do cotidiano – Volume 1
3ª Edição – Moderna 2003.

Avaliação
Os alunos serão avaliados em  duas etapas discriminadas a seguir:

Na participação individual e coletiva no decorrer de todas as etapas de realização do trabalho.
Pela compreensão do assunto abordado durante a socialização, assim como a pertinência das respostas dadas durante a discussão dos grupos e pelas indagações do professor no fechamento do trabalho.